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Posted by Ztsche
on
7.7.09
in
ಎಸ್ತದೊಸ್ ದ'Alma
Palavras que nunca serão ouvidas. Porque também não serão ditas. Escritas apenas. Não seria por falta de vontade, ou por não querer. Apenas por desconfiança delas. Cruzam-se momentos, olhares e atenções. A questão resume à simplicidade do que não se sabe. E o que não se sabe é simples. E desconhecido também. Atormenta-me não ter essa simplicidade. Mais ainda, não a vir a adquirir. Acontece frequentemente quando se deseja o que não é possivel ou pouco provável.
Dar-te-ia todos os centimos que imponho na fraca esperança de encontrar soluções. E respostas também. No entanto, fico pela tentativa fracassada de descobrir o que me é desconhecido e, aparentemente, impossivel de penetrar. Lamento por isso. Lamento também que, provavelmente, esse desconhecido traga consequências irreversíveis. Lamento a conclusão a que chego.
Não era isto que queria dizer. Foram pensamentos que interviram. Tal como a imagem de uma face, um olhar, um sorriso, uma expressão, um cheiro, um sentimento. Um quase amor. Uma dependência.
Pelo contrário, sentimento de não-tristeza-mas-quase. Não o sei definir. Mas sei que existe. Pela incompreensão. Por me deixar andar e não andar. Porque não sei que caminho seguir. E me deparo horas sem conta com a questão.
Defino então o que me leva a querer e não querer: o olhar, o sorriso, o desejo, o suspiro, as mãos, as palavras, os pensamentos, os ideais, os objectivos, as diferenças, o cheiro e o Sentir. O não querer resume-se ao que seria na Janela de Johari o Desconhecido, que me assusta tanto quanto possa ser possível.
E que, talvez, me faça recuar. Não é um sentimento que me deixe feliz, este de incerteza, indecisão e todos os in possíveis.
Isto sou eu. Mas aquilo, não és tu. Não é ninguém. Para o ser teria que conhecer.
Dar-te-ia todos os centimos que imponho na fraca esperança de encontrar soluções. E respostas também. No entanto, fico pela tentativa fracassada de descobrir o que me é desconhecido e, aparentemente, impossivel de penetrar. Lamento por isso. Lamento também que, provavelmente, esse desconhecido traga consequências irreversíveis. Lamento a conclusão a que chego.
Não era isto que queria dizer. Foram pensamentos que interviram. Tal como a imagem de uma face, um olhar, um sorriso, uma expressão, um cheiro, um sentimento. Um quase amor. Uma dependência.
Pelo contrário, sentimento de não-tristeza-mas-quase. Não o sei definir. Mas sei que existe. Pela incompreensão. Por me deixar andar e não andar. Porque não sei que caminho seguir. E me deparo horas sem conta com a questão.
Defino então o que me leva a querer e não querer: o olhar, o sorriso, o desejo, o suspiro, as mãos, as palavras, os pensamentos, os ideais, os objectivos, as diferenças, o cheiro e o Sentir. O não querer resume-se ao que seria na Janela de Johari o Desconhecido, que me assusta tanto quanto possa ser possível.
E que, talvez, me faça recuar. Não é um sentimento que me deixe feliz, este de incerteza, indecisão e todos os in possíveis.
Isto sou eu. Mas aquilo, não és tu. Não é ninguém. Para o ser teria que conhecer.