29 Agosto, 2011

Suspiro

Soa-me a tristeza, a sofrimento nauseabundo. Soa-me a despeito, a traição. Soa-me a pensamento vagabundo, a meio corpo enternecido, suspenso em lágrimas inexistentes. Bocados de carne alheios ao mundo, num universo alheio a cada ser. Um humano, que de humanidade nada sabe. Soa-me a filha da putice em sentido literal, torpe. A pouca, falta de educação. Quero um mundo só para mim, não quero viver no meio desta merda, com estes merdas. Estes montes de merda que não são mais que merda. Merdosos de merda. Trapos enxovalhados. Bacoco canónico. Burro de merda.

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