Como o que sobra, tenho as palavras. Mas falta. Falta-me a vontade, a articulação, as partes alegres há muito que as deixei. Restam-me coisas. Coisas pequenas, sem piada. Essas serão o meu dia-a-dia. A noite, fica para dormir. E, assim, deixar de existir.
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